Moradores do Assentamento Dorcelina Folador, em Arapongas, entraram em contato conosco para relatar a situação das vias de acesso da comunidade. Segundo eles, as condições do asfalto e das estradas internas vinham prejudicando a rotina das famílias assentadas e exigiam uma resposta rápida do poder público. Na prática, esse cenário afeta diretamente o direito de ir e vir e as condições de trabalho de quem vive no assentamento.
Moradores do Assentamento Dorcelina Folador e o impacto nas rotinas
Entre as principais queixas, aparecem duas preocupações centrais. A primeira é com as crianças e adolescentes que dependem do transporte escolar. Em dias de chuva, as condições de algumas vias tornam o trajeto mais difícil e, em certos trechos, quase inviável, o que pode resultar em atrasos ou até na suspensão do transporte.
A segunda preocupação é com o escoamento da produção agrícola. Sem estradas em condições mínimas de circulação, produtos podem atrasar para sair da comunidade ou, em situações mais graves, nem chegar aos compradores. Como consequência, a renda de quem vive da agricultura familiar no Assentamento Dorcelina Folador fica ameaçada, o que amplia a insegurança de famílias que já lidam com outros desafios do campo.

Resposta da administração após o contato da comunidade
Diante das reclamações sobre as condições das estradas, procuramos a administração pública e repassamos a preocupação e o relato dos moradores. A gestão, de forma imediata, buscou informações internas e junto às equipes responsáveis pela manutenção viária e pelo envio de maquinários.
Ao final da tarde, a informação foi de que os equipamentos estavam sendo descarregados e se preparavam para iniciar os trabalhos na região. Na sequência, moradores do Dorcelina Folador enviaram imagens de caminhões da Prefeitura chegando e descarregando maquinários no assentamento, o que confirmou o início da movimentação para enfrentar o problema.
Diálogo como caminho para soluções concretas
Situações como essa, relatadas por Moradores do Assentamento Dorcelina Folador, mostram que problemas de infraestrutura não se resolvem apenas em gabinete. É preciso que comunidade, imprensa e administração conversem, compartilhem informações e estejam abertas a ajustes de rota.
O episódio deixa uma lição prática. Quando moradores se organizam para relatar dificuldades, quando veículos de comunicação registram essas vozes e quando o poder público se dispõe a ouvir e responder com rapidez, aumentam as chances de soluções concretas chegarem a quem mais precisa. Nesse caminho, o diálogo deixa de ser um discurso abstrato e passa a ser um instrumento real de mudança no cotidiano do assentamento.






