Seis entidades de Arapongas avançam no edital da Itaipu e transformam verba pública em apoio à educação, ao esporte e à saúde, com articulação de Arilson Chiorato e Lenir Assis.
A segunda lista do Edital 01/26 – Itaipu Mais Que Energia trouxe uma notícia concreta para Arapongas: seis entidades do município avançaram na seleção e passaram a integrar um grupo de instituições que podem receber recursos com impacto direto na vida da população. Não se trata apenas de verba entrando no papel. Trata-se de dinheiro público retornando em forma de benefício real para escolas, projetos sociais e atendimento à saúde.
O resultado ganha ainda mais peso porque a viabilização dessa etapa também contou com a articulação dos mandatos de Arilson Chiorato e Lenir Assis. Em vez de ficar no discurso, a atuação política ajudou a abrir caminho para que entidades de base, ligadas ao cotidiano da cidade, tivessem acesso a uma disputa mais justa por recursos. É nesse tipo de movimento que a política mostra valor: quando transforma influência institucional em ganho concreto para a comunidade.
Educação pública, organização comunitária e fôlego para as escolas
Na área da educação, Arapongas conseguiu emplacar quatro entidades ligadas diretamente ao ambiente escolar. Itaipu leva recursos a Arapongas, desta forma, contemplando a APMF da Escola Municipal Júlio Savieto, a APMF da Escola Municipal Professora Aleydah Costa Santos Oliveira, a Escola Municipal Professora Diomar de Oliveira Pegorer – APMF e a APPA (Associação de Pais e Professores).
Na prática, isso significa reforço para a estrutura que sustenta o dia a dia das escolas públicas. A APMF é, muitas vezes, o braço comunitário que garante pequenas reformas, compra de materiais, manutenção básica e apoio a iniciativas pedagógicas. Em uma realidade em que o poder público nem sempre chega com a rapidez necessária, a presença dessas associações faz diferença.
Além disso, o avanço dessas instituições mostra algo importante: quando a comunidade escolar se organiza, ela amplia sua capacidade de disputar recursos e melhora sua própria condição de funcionamento. O dinheiro da Itaipu, nesse caso, não aparece como favor político. Ele entra como investimento em um setor que forma cidadãos e sustenta o futuro da cidade.
Esporte e saúde também entram na rota do investimento social
Fora da educação, a Itaipu leva recursos a duas entidades de Arapongas também avançaram no edital. A primeira é a Associação Soberano Rei – Xadrez Arapongas, que leva o nome de uma prática esportiva muitas vezes subestimada, mas com enorme valor formativo. O xadrez desenvolve disciplina, concentração, raciocínio e inclusão social. Para crianças e jovens, pode representar oportunidade, pertencimento e caminho de formação.
A segunda é a Associação Norte Paranaense de Combate ao Câncer – HONPAR, que carrega uma missão ainda mais sensível. Em uma área em que o sofrimento é grande e o suporte nunca é suficiente, qualquer novo recurso significa mais capacidade de acolhimento, atendimento e continuidade do trabalho.
É justamente aí que a presença de uma empresa pública binacional como a Itaipu faz diferença. Quando o recurso sai do centro político e chega à ponta, ele deixa de ser abstração e vira serviço, estrutura e cuidado. Arapongas foi contemplada porque soube articular projetos e apresentar demandas reais. E, neste caso, a política funcionou no que tem de melhor: abrir portas para quem mais precisa.





