Direita “democrata” e esquerda patriota? Entenda
A elite golpista agora fala em “democracia” e a esquerda em “soberania”. Entenda a farsa por trás dessa inversão de narrativas e a luta de classes em jogo

A elite golpista agora fala em “democracia” e a esquerda em “soberania”. Entenda a farsa por trás dessa inversão de narrativas e a luta de classes em jogo

Meu apoio a Arilson Chiorato é pela luta contra as privatizações de Ratinho Jr. e o fascismo nas escolas. É hora do PT-PR ter lado: o nosso!

Valter Pomar foi o único candidato à presidência nacional do PT que esteve com a militância de Arapongas.

Com chapa única e militância ativa, Arapongas mostra unidade no PED 2025 e reforça a luta por um Brasil mais justo.

Negar leite infantil a mães sem recursos é covardia. Quem já criminaliza a pobreza agora ataca também a infância.

As viagens internacionais dos presidentes brasileiros sempre geram debates, especialmente em tempos de polarização. Parte da crítica se apoia exclusivamente no valor gasto, mas isso distorce o verdadeiro papel dessas agendas. Para entender os gastos com viagens presidenciais, é essencial analisar também os benefícios concretos que elas trazem ao Brasil. Os números precisam de contexto…

A defesa do Estado mínimo ignora as necessidades de um país continental como o Brasil, onde a presença estatal é essencial para garantir serviços públicos e direitos sociais.

O centenário de Malcolm X inspira reflexão sobre racismo, educação e participação popular. Arapongas vive desafios que dialogam com sua luta por justiça e liberdade.

Em Arapongas, querem calar a periferia. No resto do país, a farsa continua com viagem à China e lama no INSS.

Na votação do PL 31/2025, discursos ofensivos revelaram o desprezo institucional pela cultura periférica e a reprodução aberta do racismo estrutural e da intolerância na Câmara de Arapongas.

No dia 15 de maio de 1888, o povo preto acordou “livre”, mas sem direitos, reparação ou dignidade. O Brasil aboliu grilhões, mas manteve as correntes invisíveis do racismo.

Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.