Negar leite a mães pobres é barbárie política
Negar leite infantil a mães sem recursos é covardia. Quem já criminaliza a pobreza agora ataca também a infância.

Negar leite infantil a mães sem recursos é covardia. Quem já criminaliza a pobreza agora ataca também a infância.

As viagens internacionais dos presidentes brasileiros sempre geram debates, especialmente em tempos de polarização. Parte da crítica se apoia exclusivamente no valor gasto, mas isso distorce o verdadeiro papel dessas agendas. Para entender os gastos com viagens presidenciais, é essencial analisar também os benefícios concretos que elas trazem ao Brasil. Os números precisam de contexto…

A defesa do Estado mínimo ignora as necessidades de um país continental como o Brasil, onde a presença estatal é essencial para garantir serviços públicos e direitos sociais.

O centenário de Malcolm X inspira reflexão sobre racismo, educação e participação popular. Arapongas vive desafios que dialogam com sua luta por justiça e liberdade.

Em Arapongas, querem calar a periferia. No resto do país, a farsa continua com viagem à China e lama no INSS.

Na votação do PL 31/2025, discursos ofensivos revelaram o desprezo institucional pela cultura periférica e a reprodução aberta do racismo estrutural e da intolerância na Câmara de Arapongas.

No dia 15 de maio de 1888, o povo preto acordou “livre”, mas sem direitos, reparação ou dignidade. O Brasil aboliu grilhões, mas manteve as correntes invisíveis do racismo.

Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.

Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.

O 13 de Maio não foi liberdade: foi abandono. A Lei Áurea apagou a escravidão no papel, mas não garantiu direitos. Dia do Preto Velho resgata essa ancestralidade de luta e cura

Vereador de Arapongas tenta suavizar projeto que censura artistas com emenda “cosmética”. A maquiagem mudou, mas o conteúdo continua antidemocrático, arbitrário e racista.

Censuram o funk, mentem sobre o INSS, matam mães em Gaza e chamam isso de civilização. Brasil 2025: nem o Dia das Mães escapa