Herdeiro “kickado”. E o Art. 20?
O herdeiro milionário foi “non grato” no zap da base. Agora, será que a suposta improbidade (Art. 20) será finalmente investigada pela Câmara?

O herdeiro milionário foi “non grato” no zap da base. Agora, será que a suposta improbidade (Art. 20) será finalmente investigada pela Câmara?

Enquanto a prefeitura estuda ampliar vagas e padronizar a Educação Infantil, Grassano transforma o debate em guerra ideológica e cortina de fumaça para escândalos.

Sob o pretexto de debater o futuro das crianças, a Câmara de Arapongas armou um ataque orquestrado ao Secretário de Educação. Entenda como a vaidade ferida de um aliado e o delírio ideológico da direita se uniram no teatro da hipocrisia.

Empresário posa de defensor do trabalhador ao atacar os mais pobres. O moralismo do nobre legendário não sobrevive a uma consulta ao seu próprio histórico, que inclui denúncias por improbidade

Políticos usam matemática falsa para culpar o Bolsa Família e o povo de rua pela miséria, escondendo a exploração dos patrões e do sistema capitalista

Ontem, um ato de coragem. Hoje, o silêncio imposto. Denúncia de corrupção contra o vereador Paulo Grassano é retirada da Câmara em tempo recorde. O poder local mostra suas garras, mas a verdade já é pública.

A defesa de “perseguição política” de Grassano morre diante das provas. Documentos expõem o esquema, e a Câmara tem o dever de agir

Vereador “cristão e conservador” fala em transparência, mas é diretor de grupo empresarial familiar que fatura com a prefeitura. A hipocrisia tem CNPJ.

Na votação do PL 31/2025, discursos ofensivos revelaram o desprezo institucional pela cultura periférica e a reprodução aberta do racismo estrutural e da intolerância na Câmara de Arapongas.

Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.

Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.

Vereador de Arapongas tenta suavizar projeto que censura artistas com emenda “cosmética”. A maquiagem mudou, mas o conteúdo continua antidemocrático, arbitrário e racista.