Estado mínimo: um mito perigoso para o Brasil
A defesa do Estado mínimo ignora as necessidades de um país continental como o Brasil, onde a presença estatal é essencial para garantir serviços públicos e direitos sociais.
A defesa do Estado mínimo ignora as necessidades de um país continental como o Brasil, onde a presença estatal é essencial para garantir serviços públicos e direitos sociais.
Em Arapongas, querem calar a periferia. No resto do país, a farsa continua com viagem à China e lama no INSS.
Na votação do PL 31/2025, discursos ofensivos revelaram o desprezo institucional pela cultura periférica e a reprodução aberta do racismo estrutural e da intolerância na Câmara de Arapongas.
Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.
Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.
O 13 de Maio não foi liberdade: foi abandono. A Lei Áurea apagou a escravidão no papel, mas não garantiu direitos. Dia do Preto Velho resgata essa ancestralidade de luta e cura
Vereador de Arapongas tenta suavizar projeto que censura artistas com emenda “cosmética”. A maquiagem mudou, mas o conteúdo continua antidemocrático, arbitrário e racista.
Audiência pública debate abusos policiais em Londrina após aumento de mortes. Deputados, vítimas e entidades propõem medidas concretas de controle.
A proposta legal em Arapongas reforça a exclusão e censura da cultura periférica, limitando artistas e eventos populares sob justificativas subjetivas e seletivas.
O projeto de lei municipal reforça o racismo estrutural ao censurar manifestações culturais periféricas, limitando artistas e eventos populares com justificativas seletivas.
A votação do projeto de lei sobre eventos culturais foi adiada. O autor afirma que não quer censurar arte, mas a proposta reforça racismo estrutural e é juridicamente desnecessária.
Dengue sem mortes, pedágio a preço de ouro e polícia apitando jogo—só rindo pra não chora