Estado mínimo: um mito perigoso para o Brasil
A defesa do Estado mínimo ignora as necessidades de um país continental como o Brasil, onde a presença estatal é essencial para garantir serviços públicos e direitos sociais.

A defesa do Estado mínimo ignora as necessidades de um país continental como o Brasil, onde a presença estatal é essencial para garantir serviços públicos e direitos sociais.

Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.

Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.

Vereador de Arapongas tenta suavizar projeto que censura artistas com emenda “cosmética”. A maquiagem mudou, mas o conteúdo continua antidemocrático, arbitrário e racista.

A proposta legal em Arapongas reforça a exclusão e censura da cultura periférica, limitando artistas e eventos populares sob justificativas subjetivas e seletivas.

O projeto de lei municipal reforça o racismo estrutural ao censurar manifestações culturais periféricas, limitando artistas e eventos populares com justificativas seletivas.

A votação do projeto de lei sobre eventos culturais foi adiada. O autor afirma que não quer censurar arte, mas a proposta reforça racismo estrutural e é juridicamente desnecessária.

A proposta da Câmara de Arapongas impõe moralismo seletivo e reforça o racismo estrutural na cultura. Quem tem o direito de se expressar?