O silêncio da Câmara no Dia da Consciência Negra
O silêncio da Câmara pro Dia da Consciência Negra revelou racismo institucional e omissão política que ecoam nas decisões e discursos do plenário.

O silêncio da Câmara pro Dia da Consciência Negra revelou racismo institucional e omissão política que ecoam nas decisões e discursos do plenário.

Base isola Grassano com denúncia de contratos ilegais. Enquanto oposição aposta no tumulto e ignora as chuvas, Câmara aprova lei de proteção à mulher em silêncio constrangedor.

A sessão desta segunda-feira, 17, promete tensão na Câmara de Arapongas. Desta forma, o debate sobre o PL 54 e denúncia na Câmara de Arapongas domina o clima político, enquanto vereadores se mobilizam diante de uma pauta curta, mas carregada de implicações relevantes. PL 54 e denúncia na Câmara de Arapongas: cartazes contra violência em debate O PL…

A semana terminou em Arapongas com o mesmo cheiro que fica no ar depois de um raio forte: aquele prenúncio de que algo rachou — e que ninguém poderá fingir que não ouviu. Logo na abertura desta crônica da semana em Arapongas, enquanto o Paraná via Rio Bonito do Iguaçu ser dilacerada por um tornado que…

Com mais de duas horas de fala do prefeito Rafa Cita, a sessão de 10 de novembro teve embates sobre a Reforma da Previdência e disputa judicial sobre a Comissão de Ética.

Mesmo após a Lei 14.192/2021 criminalizar a violência política contra mulheres, práticas machistas seguem ocorrendo em câmaras municipais, ameaçando a democracia e o direito à voz feminina.

Improbidade administrativa de Pardini: vereador admite uso de servidoras e ONG privada em ações com indícios de crime e promoção pessoal em Arapongas.

Moção contra violência de gênero expõe o machismo na Câmara de Arapongas e a omissão de vereadores diante de agressões públicas e reincidentes.

A Câmara de Arapongas elegeu a nova Comissão de Ética sob questionamentos regimentais, abstenções e ameaças de recurso judicial.

Aroldo Pagan ofendeu uma mulher da plateia e tentou silenciar a vereadora Meyri, enquanto Décio a intimidava fisicamente. Um caso evidente de violência política de gênero na Câmara.

Em plenário, Pardini admitiu usar assessores e verba pública para ofertar consultas oftalmológicas. A confissão expõe improbidade administrativa, promoção pessoal e abuso de poder político.

Os bastidores políticos de Arapongas fervem: rompimentos, vaidades e traições expõem o caos no poder. Entre escândalos e recuos, a base desmorona — e os passarinhos seguem cantando verdades.