PED 2025 – PT Arapongas: unidade e força para mudar o Brasil
Com chapa única e militância ativa, Arapongas mostra unidade no PED 2025 e reforça a luta por um Brasil mais justo.
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Com chapa única e militância ativa, Arapongas mostra unidade no PED 2025 e reforça a luta por um Brasil mais justo.
As viagens internacionais dos presidentes brasileiros sempre geram debates, especialmente em tempos de polarização. Parte da crítica se apoia exclusivamente no valor gasto, mas isso distorce o verdadeiro papel dessas agendas. Para entender os gastos com viagens presidenciais, é essencial analisar também os benefícios concretos que elas trazem ao Brasil. Os números precisam de contexto…
A defesa do Estado mínimo ignora as necessidades de um país continental como o Brasil, onde a presença estatal é essencial para garantir serviços públicos e direitos sociais.
Na votação do PL 31/2025, discursos ofensivos revelaram o desprezo institucional pela cultura periférica e a reprodução aberta do racismo estrutural e da intolerância na Câmara de Arapongas.
Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.
Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.
Vereador de Arapongas tenta suavizar projeto que censura artistas com emenda “cosmética”. A maquiagem mudou, mas o conteúdo continua antidemocrático, arbitrário e racista.
O projeto de lei em Arapongas abre caminho para censura institucional, ameaça a liberdade de expressão, restringindo manifestações artísticas periféricas.
Audiência pública debate abusos policiais em Londrina após aumento de mortes. Deputados, vítimas e entidades propõem medidas concretas de controle.
A proposta legal em Arapongas reforça a exclusão e censura da cultura periférica, limitando artistas e eventos populares sob justificativas subjetivas e seletivas.
O projeto de lei municipal reforça o racismo estrutural ao censurar manifestações culturais periféricas, limitando artistas e eventos populares com justificativas seletivas.
A votação do projeto de lei sobre eventos culturais foi adiada. O autor afirma que não quer censurar arte, mas a proposta reforça racismo estrutural e é juridicamente desnecessária.