Denúncia contra Paulo Grassano isola vereador na Câmara
Base isola Grassano com denúncia de contratos ilegais. Enquanto oposição aposta no tumulto e ignora as chuvas, Câmara aprova lei de proteção à mulher em silêncio constrangedor.
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Base isola Grassano com denúncia de contratos ilegais. Enquanto oposição aposta no tumulto e ignora as chuvas, Câmara aprova lei de proteção à mulher em silêncio constrangedor.
A sessão desta segunda-feira, 17, promete tensão na Câmara de Arapongas. Desta forma, o debate sobre o PL 54 e denúncia na Câmara de Arapongas domina o clima político, enquanto vereadores se mobilizam diante de uma pauta curta, mas carregada de implicações relevantes. PL 54 e denúncia na Câmara de Arapongas: cartazes contra violência em debate O PL…
O teatro da desincompatibilização A lei eleitoral impõe regras claras. Quem mantém contratos com o poder público deve se afastar da gestão empresarial para disputar eleições. No entanto, a manobra societária de Paulo Grassano parece desafiar essa lógica. Documentos obtidos por O Trovão indicam que a saída do vereador do quadro de sócios ocorreu apenas no papel. A certidão…
Com mais de duas horas de fala do prefeito Rafa Cita, a sessão de 10 de novembro teve embates sobre a Reforma da Previdência e disputa judicial sobre a Comissão de Ética.
Contratos públicos de Paulo Grassano revelam vínculos familiares e indícios de irregularidade na gestão municipal de Arapongas.
Documentos oficiais mostram que, no mesmo dia em que foi nomeado secretário, Paulo Grassano assinava empenhos para uma empresa de sua própria família, levantando suspeitas de conflito de interesses e improbidade administrativa.
Mesmo após a Lei 14.192/2021 criminalizar a violência política contra mulheres, práticas machistas seguem ocorrendo em câmaras municipais, ameaçando a democracia e o direito à voz feminina.
Improbidade administrativa de Pardini: vereador admite uso de servidoras e ONG privada em ações com indícios de crime e promoção pessoal em Arapongas.
Moção contra violência de gênero expõe o machismo na Câmara de Arapongas e a omissão de vereadores diante de agressões públicas e reincidentes.
A Câmara de Arapongas elegeu a nova Comissão de Ética sob questionamentos regimentais, abstenções e ameaças de recurso judicial.
Confissões, bastidores, chacina e ironia: em Arapongas, a política virou crônica tragicômica; no Rio, o Estado escreve com sangue o roteiro da barbárie.
Aroldo Pagan ofendeu uma mulher da plateia e tentou silenciar a vereadora Meyri, enquanto Décio a intimidava fisicamente. Um caso evidente de violência política de gênero na Câmara.