Racismo estrutural no projeto de lei sobre cultura em Arapongas
O projeto de lei municipal reforça o racismo estrutural ao censurar manifestações culturais periféricas, limitando artistas e eventos populares com justificativas seletivas.
O projeto de lei municipal reforça o racismo estrutural ao censurar manifestações culturais periféricas, limitando artistas e eventos populares com justificativas seletivas.
A votação do projeto de lei sobre eventos culturais foi adiada. O autor afirma que não quer censurar arte, mas a proposta reforça racismo estrutural e é juridicamente desnecessária.
A proposta da Câmara de Arapongas impõe moralismo seletivo e reforça o racismo estrutural na cultura. Quem tem o direito de se expressar?
Vereadorzinho ataca terceirizados ao estilo MBL no Parque dos Pássaros. O povo paga a conta.
Vereadores de Arapongas ignoram golpe de 64, mas defendem terroristas de 8/1. Hipocrisia? Não, é rotina por aqui
Enquanto Gaza sangra, a Câmara de Arapongas se envolve em discussões vazias diante de dados alarmantes sobre o genocídio em Gaza são ignorados.
A Câmara de Arapongas aprovou uma moção de apoio a Frei Gilson, uma figura controversa frequentemente associada à propagação de intolerância religiosa, machismo e discursos polarizadores
Grassano e a Câmara de Arapongas promovem moções que favorecem criminosos e ignoram a população carcerária
Vereadores apoiam moção absurda de castração química, ignorando as reais demandas da população
A aprovação unânime do PL 15/2025 revela um caminho autoritário e perigoso que ameaça direitos fundamentais
Moção antiaborto expõe contradições e reforça patriarcado
Uma lei em Arapongas se apresenta como conscientização, mas revela um plano de exclusão e limpeza social desumano e hipócrita.