Criminalizar a pobreza é a velha receita
Políticos usam matemática falsa para culpar o Bolsa Família e o povo de rua pela miséria, escondendo a exploração dos patrões e do sistema capitalista

Políticos usam matemática falsa para culpar o Bolsa Família e o povo de rua pela miséria, escondendo a exploração dos patrões e do sistema capitalista

Ontem, um ato de coragem. Hoje, o silêncio imposto. Denúncia de corrupção contra o vereador Paulo Grassano é retirada da Câmara em tempo recorde. O poder local mostra suas garras, mas a verdade já é pública.

A denúncia contra o vereador Paulo Grassano, ex-secretário de Sérgio Onofre, está no MP. As provas são claras. Mas por que o prefeito Rafa Cita e a Câmara se calam? Seria para proteger a campanha do ex-prefeito a deputado?

A defesa de “perseguição política” de Grassano morre diante das provas. Documentos expõem o esquema, e a Câmara tem o dever de agir

Vereador “cristão e conservador” fala em transparência, mas é diretor de grupo empresarial familiar que fatura com a prefeitura. A hipocrisia tem CNPJ.

Da interrupção a uma vereadora em Arapongas aos ataques misóginos na ALEP, o método se repete. A diferença entre crítica política e violência de gênero

Em regime de urgência, a Câmara de Arapongas aprova mais uma manobra com dinheiro público. Entenda como R$ 5 mil revelam um método de governar sem transparência

Na votação do PL 31/2025, discursos ofensivos revelaram o desprezo institucional pela cultura periférica e a reprodução aberta do racismo estrutural e da intolerância na Câmara de Arapongas.

Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.

Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.

Vereador de Arapongas tenta suavizar projeto que censura artistas com emenda “cosmética”. A maquiagem mudou, mas o conteúdo continua antidemocrático, arbitrário e racista.

O projeto de lei em Arapongas abre caminho para censura institucional, ameaça a liberdade de expressão, restringindo manifestações artísticas periféricas.