Improbidade administrativa de Pardini: o “projeto” que virou caso
Improbidade administrativa de Pardini: vereador admite uso de servidoras e ONG privada em ações com indícios de crime e promoção pessoal em Arapongas.

Improbidade administrativa de Pardini: vereador admite uso de servidoras e ONG privada em ações com indícios de crime e promoção pessoal em Arapongas.

Moção contra violência de gênero expõe o machismo na Câmara de Arapongas e a omissão de vereadores diante de agressões públicas e reincidentes.

A Câmara de Arapongas elegeu a nova Comissão de Ética sob questionamentos regimentais, abstenções e ameaças de recurso judicial.

Confissões, bastidores, chacina e ironia: em Arapongas, a política virou crônica tragicômica; no Rio, o Estado escreve com sangue o roteiro da barbárie.

Mandaram eu ir pra Cuba. Eu fui. O Trovão inicia hoje “Relatos de Cuba”. Um diário de bordo jornalístico sobre o que vi e vivi na ilha, longe dos resorts e perto do povo. Acompanhe.

Aroldo Pagan ofendeu uma mulher da plateia e tentou silenciar a vereadora Meyri, enquanto Décio a intimidava fisicamente. Um caso evidente de violência política de gênero na Câmara.

Em plenário, Pardini admitiu usar assessores e verba pública para ofertar consultas oftalmológicas. A confissão expõe improbidade administrativa, promoção pessoal e abuso de poder político.

Os bastidores políticos de Arapongas fervem: rompimentos, vaidades e traições expõem o caos no poder. Entre escândalos e recuos, a base desmorona — e os passarinhos seguem cantando verdades.
Enquanto uns pregam moral e embolsam diárias, outros pregam justiça e constroem saúde. De Arapongas à Malásia, o contraste entre o privilégio e o povo define o Brasil real.

Enquanto o trabalhador sua um mês inteiro para ganhar o mesmo valor, o “nobre” vereador Paulo Grassano pede reembolso de quase dois mil reais por uma viagem de dois dias e meio a Curitiba

O vereador Paulo Grassano, que defende o Estado mínimo, recebeu R$5.622,56 em diárias quando era secretário municipal, segundo o TCE-PR. O Trovão questiona: quem banca o mínimo?

O herdeiro milionário foi “non grato” no zap da base. Agora, será que a suposta improbidade (Art. 20) será finalmente investigada pela Câmara?