Um passarinho me cantou
Os bastidores políticos de Arapongas fervem: rompimentos, vaidades e traições expõem o caos no poder. Entre escândalos e recuos, a base desmorona — e os passarinhos seguem cantando verdades.
Os bastidores políticos de Arapongas fervem: rompimentos, vaidades e traições expõem o caos no poder. Entre escândalos e recuos, a base desmorona — e os passarinhos seguem cantando verdades.
Enquanto uns pregam moral e embolsam diárias, outros pregam justiça e constroem saúde. De Arapongas à Malásia, o contraste entre o privilégio e o povo define o Brasil real.
Enquanto o trabalhador sua um mês inteiro para ganhar o mesmo valor, o “nobre” vereador Paulo Grassano pede reembolso de quase dois mil reais por uma viagem de dois dias e meio a Curitiba
O vereador Paulo Grassano, que defende o Estado mínimo, recebeu R$5.622,56 em diárias quando era secretário municipal, segundo o TCE-PR. O Trovão questiona: quem banca o mínimo?
O herdeiro milionário foi “non grato” no zap da base. Agora, será que a suposta improbidade (Art. 20) será finalmente investigada pela Câmara?
A extrema-direita de Arapongas vive de caos e guerra ideológica. O Governo Lula responde com a Carreta da Saúde: R$ 750 mil de investimento e custo zero.
Enquanto a extrema-direita de Arapongas se especializa em criar o caos, o Governo Lula responde com trabalho sério. A Carreta da Saúde chegou. Traz exames e dignidade para a nossa gente, mostrando a força do SUS reconstruído.
Enquanto a prefeitura estuda ampliar vagas e padronizar a Educação Infantil, Grassano transforma o debate em guerra ideológica e cortina de fumaça para escândalos.
Arapongas celebra mais um aniversário. Entre memória, luta e esperança, Tiago Prado reflete sobre sua história e a construção coletiva de uma cidade mais justa e humana.
Sob o pretexto de debater o futuro das crianças, a Câmara de Arapongas armou um ataque orquestrado ao Secretário de Educação. Entenda como a vaidade ferida de um aliado e o delírio ideológico da direita se uniram no teatro da hipocrisia.
Na audiência sobre a população de rua, a defesa da internação compulsória como “solução” expôs o projeto autoritário da direita higienista. Com o lema “entra com o pé e o camarada com a bunda”, o discurso ataca auxílios sociais e prega a força em vez de políticas de dignidade
Empresário posa de defensor do trabalhador ao atacar os mais pobres. O moralismo do nobre legendário não sobrevive a uma consulta ao seu próprio histórico, que inclui denúncias por improbidade