Violência política contra mulheres é crime, não opinião
Mesmo após a Lei 14.192/2021 criminalizar a violência política contra mulheres, práticas machistas seguem ocorrendo em câmaras municipais, ameaçando a democracia e o direito à voz feminina.

Mesmo após a Lei 14.192/2021 criminalizar a violência política contra mulheres, práticas machistas seguem ocorrendo em câmaras municipais, ameaçando a democracia e o direito à voz feminina.

Moção contra violência de gênero expõe o machismo na Câmara de Arapongas e a omissão de vereadores diante de agressões públicas e reincidentes.

Aroldo Pagan ofendeu uma mulher da plateia e tentou silenciar a vereadora Meyri, enquanto Décio a intimidava fisicamente. Um caso evidente de violência política de gênero na Câmara.

Em plenário, Pardini admitiu usar assessores e verba pública para ofertar consultas oftalmológicas. A confissão expõe improbidade administrativa, promoção pessoal e abuso de poder político.

Os bastidores políticos de Arapongas fervem: rompimentos, vaidades e traições expõem o caos no poder. Entre escândalos e recuos, a base desmorona — e os passarinhos seguem cantando verdades.

Enquanto o trabalhador sua um mês inteiro para ganhar o mesmo valor, o “nobre” vereador Paulo Grassano pede reembolso de quase dois mil reais por uma viagem de dois dias e meio a Curitiba

A extrema-direita de Arapongas vive de caos e guerra ideológica. O Governo Lula responde com a Carreta da Saúde: R$ 750 mil de investimento e custo zero.

Enquanto a prefeitura estuda ampliar vagas e padronizar a Educação Infantil, Grassano transforma o debate em guerra ideológica e cortina de fumaça para escândalos.

Na audiência sobre a população de rua, a defesa da internação compulsória como “solução” expôs o projeto autoritário da direita higienista. Com o lema “entra com o pé e o camarada com a bunda”, o discurso ataca auxílios sociais e prega a força em vez de políticas de dignidade

Empresário posa de defensor do trabalhador ao atacar os mais pobres. O moralismo do nobre legendário não sobrevive a uma consulta ao seu próprio histórico, que inclui denúncias por improbidade

Políticos usam matemática falsa para culpar o Bolsa Família e o povo de rua pela miséria, escondendo a exploração dos patrões e do sistema capitalista

A denúncia contra o vereador Paulo Grassano, ex-secretário de Sérgio Onofre, está no MP. As provas são claras. Mas por que o prefeito Rafa Cita e a Câmara se calam? Seria para proteger a campanha do ex-prefeito a deputado?