Sessão da Câmara de Arapongas tem tensão e embates
Com mais de duas horas de fala do prefeito Rafa Cita, a sessão de 10 de novembro teve embates sobre a Reforma da Previdência e disputa judicial sobre a Comissão de Ética.

Com mais de duas horas de fala do prefeito Rafa Cita, a sessão de 10 de novembro teve embates sobre a Reforma da Previdência e disputa judicial sobre a Comissão de Ética.

Contratos públicos de Paulo Grassano revelam vínculos familiares e indícios de irregularidade na gestão municipal de Arapongas.

Documentos oficiais mostram que, no mesmo dia em que foi nomeado secretário, Paulo Grassano assinava empenhos para uma empresa de sua própria família, levantando suspeitas de conflito de interesses e improbidade administrativa.

Mesmo após a Lei 14.192/2021 criminalizar a violência política contra mulheres, práticas machistas seguem ocorrendo em câmaras municipais, ameaçando a democracia e o direito à voz feminina.

Moção contra violência de gênero expõe o machismo na Câmara de Arapongas e a omissão de vereadores diante de agressões públicas e reincidentes.

A Câmara de Arapongas elegeu a nova Comissão de Ética sob questionamentos regimentais, abstenções e ameaças de recurso judicial.

Confissões, bastidores, chacina e ironia: em Arapongas, a política virou crônica tragicômica; no Rio, o Estado escreve com sangue o roteiro da barbárie.

Aroldo Pagan ofendeu uma mulher da plateia e tentou silenciar a vereadora Meyri, enquanto Décio a intimidava fisicamente. Um caso evidente de violência política de gênero na Câmara.

Em plenário, Pardini admitiu usar assessores e verba pública para ofertar consultas oftalmológicas. A confissão expõe improbidade administrativa, promoção pessoal e abuso de poder político.

Os bastidores políticos de Arapongas fervem: rompimentos, vaidades e traições expõem o caos no poder. Entre escândalos e recuos, a base desmorona — e os passarinhos seguem cantando verdades.

Enquanto o trabalhador sua um mês inteiro para ganhar o mesmo valor, o “nobre” vereador Paulo Grassano pede reembolso de quase dois mil reais por uma viagem de dois dias e meio a Curitiba

O vereador Paulo Grassano, que defende o Estado mínimo, recebeu R$5.622,56 em diárias quando era secretário municipal, segundo o TCE-PR. O Trovão questiona: quem banca o mínimo?