Vereador cobra R$ 1.847 por 2 dias e meio de viagem
Enquanto o trabalhador sua um mês inteiro para ganhar o mesmo valor, o “nobre” vereador Paulo Grassano pede reembolso de quase dois mil reais por uma viagem de dois dias e meio a Curitiba

Enquanto o trabalhador sua um mês inteiro para ganhar o mesmo valor, o “nobre” vereador Paulo Grassano pede reembolso de quase dois mil reais por uma viagem de dois dias e meio a Curitiba

O vereador Paulo Grassano, que defende o Estado mínimo, recebeu R$5.622,56 em diárias quando era secretário municipal, segundo o TCE-PR. O Trovão questiona: quem banca o mínimo?

O herdeiro milionário foi “non grato” no zap da base. Agora, será que a suposta improbidade (Art. 20) será finalmente investigada pela Câmara?

Enquanto a prefeitura estuda ampliar vagas e padronizar a Educação Infantil, Grassano transforma o debate em guerra ideológica e cortina de fumaça para escândalos.

Sob o pretexto de debater o futuro das crianças, a Câmara de Arapongas armou um ataque orquestrado ao Secretário de Educação. Entenda como a vaidade ferida de um aliado e o delírio ideológico da direita se uniram no teatro da hipocrisia.

Empresário posa de defensor do trabalhador ao atacar os mais pobres. O moralismo do nobre legendário não sobrevive a uma consulta ao seu próprio histórico, que inclui denúncias por improbidade

Políticos usam matemática falsa para culpar o Bolsa Família e o povo de rua pela miséria, escondendo a exploração dos patrões e do sistema capitalista

Ontem, um ato de coragem. Hoje, o silêncio imposto. Denúncia de corrupção contra o vereador Paulo Grassano é retirada da Câmara em tempo recorde. O poder local mostra suas garras, mas a verdade já é pública.

A denúncia contra o vereador Paulo Grassano, ex-secretário de Sérgio Onofre, está no MP. As provas são claras. Mas por que o prefeito Rafa Cita e a Câmara se calam? Seria para proteger a campanha do ex-prefeito a deputado?

A defesa de “perseguição política” de Grassano morre diante das provas. Documentos expõem o esquema, e a Câmara tem o dever de agir

Vereador “cristão e conservador” fala em transparência, mas é diretor de grupo empresarial familiar que fatura com a prefeitura. A hipocrisia tem CNPJ.

As viagens internacionais dos presidentes brasileiros sempre geram debates, especialmente em tempos de polarização. Parte da crítica se apoia exclusivamente no valor gasto, mas isso distorce o verdadeiro papel dessas agendas. Para entender os gastos com viagens presidenciais, é essencial analisar também os benefícios concretos que elas trazem ao Brasil. Os números precisam de contexto…