15 de Maio de 1888: libertaram e largaram. Cadê a reparação?
No dia 15 de maio de 1888, o povo preto acordou “livre”, mas sem direitos, reparação ou dignidade. O Brasil aboliu grilhões, mas manteve as correntes invisíveis do racismo.

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Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.

Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.

O 13 de Maio não foi liberdade: foi abandono. A Lei Áurea apagou a escravidão no papel, mas não garantiu direitos. Dia do Preto Velho resgata essa ancestralidade de luta e cura

A proposta legal em Arapongas reforça a exclusão e censura da cultura periférica, limitando artistas e eventos populares sob justificativas subjetivas e seletivas.

O projeto de lei municipal reforça o racismo estrutural ao censurar manifestações culturais periféricas, limitando artistas e eventos populares com justificativas seletivas.

A votação do projeto de lei sobre eventos culturais foi adiada. O autor afirma que não quer censurar arte, mas a proposta reforça racismo estrutural e é juridicamente desnecessária.

A proposta da Câmara de Arapongas impõe moralismo seletivo e reforça o racismo estrutural na cultura. Quem tem o direito de se expressar?

Papa Francisco falece aos 88 anos, deixando um legado de defesa dos direitos humanos e dos mais oprimidos.

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Um homem gravou um vídeo em um cemitério ofendendo religiões de matriz africana, gerando polêmica religiosa e levando o caso à justiça. Descubra todos os detalhes e implicações legais dessa situação controversa.