Denúncia contra Paulo Grassano isola vereador na Câmara
Base isola Grassano com denúncia de contratos ilegais. Enquanto oposição aposta no tumulto e ignora as chuvas, Câmara aprova lei de proteção à mulher em silêncio constrangedor.
Base isola Grassano com denúncia de contratos ilegais. Enquanto oposição aposta no tumulto e ignora as chuvas, Câmara aprova lei de proteção à mulher em silêncio constrangedor.
A semana terminou em Arapongas com o mesmo cheiro que fica no ar depois de um raio forte: aquele prenúncio de que algo rachou — e que ninguém poderá fingir que não ouviu. Logo na abertura desta crônica da semana em Arapongas, enquanto o Paraná via Rio Bonito do Iguaçu ser dilacerada por um tornado que…
O teatro da desincompatibilização A lei eleitoral impõe regras claras. Quem mantém contratos com o poder público deve se afastar da gestão empresarial para disputar eleições. No entanto, a manobra societária de Paulo Grassano parece desafiar essa lógica. Documentos obtidos por O Trovão indicam que a saída do vereador do quadro de sócios ocorreu apenas no papel. A certidão…
Contratos públicos de Paulo Grassano revelam vínculos familiares e indícios de irregularidade na gestão municipal de Arapongas.
Documentos oficiais mostram que, no mesmo dia em que foi nomeado secretário, Paulo Grassano assinava empenhos para uma empresa de sua própria família, levantando suspeitas de conflito de interesses e improbidade administrativa.
Mesmo após a Lei 14.192/2021 criminalizar a violência política contra mulheres, práticas machistas seguem ocorrendo em câmaras municipais, ameaçando a democracia e o direito à voz feminina.
Moção contra violência de gênero expõe o machismo na Câmara de Arapongas e a omissão de vereadores diante de agressões públicas e reincidentes.
A Câmara de Arapongas elegeu a nova Comissão de Ética sob questionamentos regimentais, abstenções e ameaças de recurso judicial.
Em plenário, Pardini admitiu usar assessores e verba pública para ofertar consultas oftalmológicas. A confissão expõe improbidade administrativa, promoção pessoal e abuso de poder político.
Enquanto o trabalhador sua um mês inteiro para ganhar o mesmo valor, o “nobre” vereador Paulo Grassano pede reembolso de quase dois mil reais por uma viagem de dois dias e meio a Curitiba
O vereador Paulo Grassano, que defende o Estado mínimo, recebeu R$5.622,56 em diárias quando era secretário municipal, segundo o TCE-PR. O Trovão questiona: quem banca o mínimo?
A extrema-direita de Arapongas vive de caos e guerra ideológica. O Governo Lula responde com a Carreta da Saúde: R$ 750 mil de investimento e custo zero.