Um passarinho me cantou
Os bastidores políticos de Arapongas fervem: rompimentos, vaidades e traições expõem o caos no poder. Entre escândalos e recuos, a base desmorona — e os passarinhos seguem cantando verdades.
Os bastidores políticos de Arapongas fervem: rompimentos, vaidades e traições expõem o caos no poder. Entre escândalos e recuos, a base desmorona — e os passarinhos seguem cantando verdades.
Enquanto uns pregam moral e embolsam diárias, outros pregam justiça e constroem saúde. De Arapongas à Malásia, o contraste entre o privilégio e o povo define o Brasil real.
Arapongas celebra mais um aniversário. Entre memória, luta e esperança, Tiago Prado reflete sobre sua história e a construção coletiva de uma cidade mais justa e humana.
Políticos usam matemática falsa para culpar o Bolsa Família e o povo de rua pela miséria, escondendo a exploração dos patrões e do sistema capitalista
Chiorato vence disputa acirrada no PT-PR. A vitória reafirma o projeto de luta e traz das urnas um recado claro: é hora de aprofundar a presença junto à base
O centenário de Malcolm X inspira reflexão sobre racismo, educação e participação popular. Arapongas vive desafios que dialogam com sua luta por justiça e liberdade.
Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.
O 13 de Maio não foi liberdade: foi abandono. A Lei Áurea apagou a escravidão no papel, mas não garantiu direitos. Dia do Preto Velho resgata essa ancestralidade de luta e cura
A proposta legal em Arapongas reforça a exclusão e censura da cultura periférica, limitando artistas e eventos populares sob justificativas subjetivas e seletivas.
O projeto de lei municipal reforça o racismo estrutural ao censurar manifestações culturais periféricas, limitando artistas e eventos populares com justificativas seletivas.
A votação do projeto de lei sobre eventos culturais foi adiada. O autor afirma que não quer censurar arte, mas a proposta reforça racismo estrutural e é juridicamente desnecessária.
O Paraná sangrou sob as ordens do governo Richa. Uma década depois, a história sepultou seus algozes