A violência política contra Renato Freitas é o sintoma mais agudo de um fenômeno repugnante na política paranaense atual. De um lado, observamos figuras cujo único “talento” reside em segurar um celular para editar vídeos maliciosos e provocar tumultos. Por outro lado, temos homens como Renato Freitas. Consequentemente, é justamente o abismo intelectual entre esses dois lados que gera tanto ódio.
Recentemente, circula nos esgotos das Redes Sociais mais um vídeo apócrifo tentando criminalizar o deputado. A tática é velha: o sujeito provoca e, em seguida, edita a reação da vítima. Mas, afinal, por que essa perseguição ocorre?
Violência política contra Renato Freitas: O currículo que a Casa Grande não suporta
Para entender a raiz dessa agressão, é fundamental olhar para o espelho da competência técnica. Renato Freitas não é apenas um deputado combativo; ele é um quadro intelectual que seus detratores jamais conseguirão ser.
Enquanto seus críticos gastam o mandato aprendendo a usar aplicativos de edição para espalhar mentiras, Renato estava na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Lá, ele se tornou Mestre em Direito. Além disso, Renato Freitas já trabalhou na Defensoria Pública do Estado do Paraná, atuou como professor universitário e advogado popular. Portanto, não foi indicação nem herança política. Foi estudo e cérebro.
A inveja move os ataques
Quando um “vereador youtuber” tenta desqualificar o deputado com vídeos de rua, ele está, na verdade, gritando sua própria incompetência.
Eles olham para Renato e veem o que não são: um homem preto e periférico que domina a lei melhor do que eles. Isso fere o ego da branquitude medíocre. Para eles, o lugar de um jovem negro é na subalternidade. Todavia, Renato ocupa a tribuna para dar aula de Direito Constitucional.
Dessa forma, o racismo estrutural não suporta a ascensão intelectual. Quando não conseguem vencer no debate de ideias, partem para a violência política contra Renato Freitas na forma física e simbólica. Tentam transformá-lo em “barraqueiro” porque não suportam admitir que ele é um doutor.
Por que a violência política contra Renato Freitas não vai nos calar
Não se deixem enganar por cortes manipulados. O vídeo que circula não mostra quem é o Renato, mas sim quem são seus inimigos. Mostra que, para tentar parar um Mestre em Direito, a oposição precisa descer ao nível da sarjeta e da provocação barata.
Nós, que estamos na luta, sabemos diferenciar quem constrói leis de quem constrói memes. Renato Freitas tem substância, título e a aprovação técnica que seus agressores sonham ter. Enquanto eles editam vídeos, Renato escreve a história. E isso a mediocridade jamais perdoará.