Nossa trincheira é Arilson: por um PT de Luta no PR!
Meu apoio a Arilson Chiorato vem da presidência do PT Arapongas. Porque ele lidera o combate ao (des)governo do Rato, representa o PT de luta que precisamos
Textos para pensar — e repensar — o mundo, a política e nós mesmos. Um espaço de pausa crítica em meio ao barulho.

Meu apoio a Arilson Chiorato vem da presidência do PT Arapongas. Porque ele lidera o combate ao (des)governo do Rato, representa o PT de luta que precisamos

A elite golpista agora fala em “democracia” e a esquerda em “soberania”. Entenda a farsa por trás dessa inversão de narrativas e a luta de classes em jogo

Meu apoio a Arilson Chiorato é pela luta contra as privatizações de Ratinho Jr. e o fascismo nas escolas. É hora do PT-PR ter lado: o nosso!

Negar leite infantil a mães sem recursos é covardia. Quem já criminaliza a pobreza agora ataca também a infância.

As viagens internacionais dos presidentes brasileiros sempre geram debates, especialmente em tempos de polarização. Parte da crítica se apoia exclusivamente no valor gasto, mas isso distorce o verdadeiro papel dessas agendas. Para entender os gastos com viagens presidenciais, é essencial analisar também os benefícios concretos que elas trazem ao Brasil. Os números precisam de contexto…

O centenário de Malcolm X inspira reflexão sobre racismo, educação e participação popular. Arapongas vive desafios que dialogam com sua luta por justiça e liberdade.

Na votação do PL 31/2025, discursos ofensivos revelaram o desprezo institucional pela cultura periférica e a reprodução aberta do racismo estrutural e da intolerância na Câmara de Arapongas.

No dia 15 de maio de 1888, o povo preto acordou “livre”, mas sem direitos, reparação ou dignidade. O Brasil aboliu grilhões, mas manteve as correntes invisíveis do racismo.

O 13 de Maio não foi liberdade: foi abandono. A Lei Áurea apagou a escravidão no papel, mas não garantiu direitos. Dia do Preto Velho resgata essa ancestralidade de luta e cura

O projeto de lei em Arapongas abre caminho para censura institucional, ameaça a liberdade de expressão, restringindo manifestações artísticas periféricas.

A proposta legal em Arapongas reforça a exclusão e censura da cultura periférica, limitando artistas e eventos populares sob justificativas subjetivas e seletivas.

O 1º de Maio pós-2016: direitos destruídos, trabalho precarizado e a ilusão do empreendedorismo. Como a reforma trabalhista desmontou o país?