As diárias de quem prega o Estado mínimo
O vereador Paulo Grassano, que defende o Estado mínimo, recebeu R$5.622,56 em diárias quando era secretário municipal, segundo o TCE-PR. O Trovão questiona: quem banca o mínimo?
Análises diretas, sem verniz nem favor. Aqui, a política é tratada como deve ser: com crítica, coragem e compromisso com o povo.
O vereador Paulo Grassano, que defende o Estado mínimo, recebeu R$5.622,56 em diárias quando era secretário municipal, segundo o TCE-PR. O Trovão questiona: quem banca o mínimo?
O herdeiro milionário foi “non grato” no zap da base. Agora, será que a suposta improbidade (Art. 20) será finalmente investigada pela Câmara?
Enquanto a prefeitura estuda ampliar vagas e padronizar a Educação Infantil, Grassano transforma o debate em guerra ideológica e cortina de fumaça para escândalos.
Sob o pretexto de debater o futuro das crianças, a Câmara de Arapongas armou um ataque orquestrado ao Secretário de Educação. Entenda como a vaidade ferida de um aliado e o delírio ideológico da direita se uniram no teatro da hipocrisia.
Na audiência sobre a população de rua, a defesa da internação compulsória como “solução” expôs o projeto autoritário da direita higienista. Com o lema “entra com o pé e o camarada com a bunda”, o discurso ataca auxílios sociais e prega a força em vez de políticas de dignidade
Empresário posa de defensor do trabalhador ao atacar os mais pobres. O moralismo do nobre legendário não sobrevive a uma consulta ao seu próprio histórico, que inclui denúncias por improbidade
Políticos usam matemática falsa para culpar o Bolsa Família e o povo de rua pela miséria, escondendo a exploração dos patrões e do sistema capitalista
Ontem, um ato de coragem. Hoje, o silêncio imposto. Denúncia de corrupção contra o vereador Paulo Grassano é retirada da Câmara em tempo recorde. O poder local mostra suas garras, mas a verdade já é pública.
A denúncia contra o vereador Paulo Grassano, ex-secretário de Sérgio Onofre, está no MP. As provas são claras. Mas por que o prefeito Rafa Cita e a Câmara se calam? Seria para proteger a campanha do ex-prefeito a deputado?
A defesa de “perseguição política” de Grassano morre diante das provas. Documentos expõem o esquema, e a Câmara tem o dever de agir
Vereador “cristão e conservador” fala em transparência, mas é diretor de grupo empresarial familiar que fatura com a prefeitura. A hipocrisia tem CNPJ.
Da interrupção a uma vereadora em Arapongas aos ataques misóginos na ALEP, o método se repete. A diferença entre crítica política e violência de gênero