De Arapongas à ALEP: O Método Bolsonarista para Silenciar Mulheres
Da interrupção a uma vereadora em Arapongas aos ataques misóginos na ALEP, o método se repete. A diferença entre crítica política e violência de gênero
O coração do Trovão. Reportagens, análises e provocações sobre a cidade, suas contradições e as vozes que tentam calar.

Da interrupção a uma vereadora em Arapongas aos ataques misóginos na ALEP, o método se repete. A diferença entre crítica política e violência de gênero

Em regime de urgência, a Câmara de Arapongas aprova mais uma manobra com dinheiro público. Entenda como R$ 5 mil revelam um método de governar sem transparência

Meu apoio a Arilson Chiorato é pela luta contra as privatizações de Ratinho Jr. e o fascismo nas escolas. É hora do PT-PR ter lado: o nosso!

Valter Pomar foi o único candidato à presidência nacional do PT que esteve com a militância de Arapongas.

Com chapa única e militância ativa, Arapongas mostra unidade no PED 2025 e reforça a luta por um Brasil mais justo.

Na votação do PL 31/2025, discursos ofensivos revelaram o desprezo institucional pela cultura periférica e a reprodução aberta do racismo estrutural e da intolerância na Câmara de Arapongas.

Durante a votação do PL 31/2025, o discurso do autor expôs, de forma simbólica, como o racismo estrutural, a vitimização política e o autoritarismo retórico operam dentro do parlamento.

Durante a votação do PL da Censura, o autor tentou se defender da acusação de racismo com a mais racista das frases: “eu tenho até um assessor negro”. A plateia reagiu. E com razão.

Vereador de Arapongas tenta suavizar projeto que censura artistas com emenda “cosmética”. A maquiagem mudou, mas o conteúdo continua antidemocrático, arbitrário e racista.

O projeto de lei em Arapongas abre caminho para censura institucional, ameaça a liberdade de expressão, restringindo manifestações artísticas periféricas.

A proposta legal em Arapongas reforça a exclusão e censura da cultura periférica, limitando artistas e eventos populares sob justificativas subjetivas e seletivas.

O projeto de lei municipal reforça o racismo estrutural ao censurar manifestações culturais periféricas, limitando artistas e eventos populares com justificativas seletivas.